| Cinco serviços de saúde sexual e reprodutiva que tornarão a gravidez segura para todas |
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Todo ano mais de meio milhão de mulheres morrem e um número enorme delas sofre de deficiências temporárias ou de longo prazo provenientes de causas evitáveis relacionadas com a gravidez. 1 Qualquer morte decorrente de causas relacionadas com a gravidez - incluindo aborto inseguro, trabalho de parto e nascimento, até 42 dias após o parto - é considerada morte materna. 1 Cinco complicações são responsáveis pela maioria das mortes maternas no mundo inteiro:
O Objetivo 5 de Desenvolvimento do Milênio (ODM 5)2*,
das Nações Unidas, estabelece metas específicas para melhorar a saúde
materna. Muitos defensores da saúde
materna focam somente os cuidados da maternidade - cuidados pré-natais,
assistência profissional ao parto e serviços obstétricos de emergência. São
indubitavelmente serviços críticos, mas os cuidados da maternidade são apenas
um elemento do pacote abrangente de saúde sexual e reprodutiva (SSR) necessário
para alcançar o ODM 5. Os cinco elementos essenciais de um pacote abrangente de
SSR são: * A meta do ODM 5 é melhorar a saúde materna e conseguir o acesso universal aos cuidados da saúde reprodutiva até 2015 reduzindo a taxa de mortalidade materna e aumentando a proporção de nascimentos assistidos por pessoal profissional em saúde. Achieving universal access to reproductive health is measured by: (1) contraceptive prevalence rate; (2) adolescent birth rate; (3) antenatal care coverage (at least one visit and at least four visits); and (4) unmet need for family planning. See: http://www.mdgmonitor.org/goal5.cfm.
SERVIÇOS DE SAÚDE SEXUAL E REPRODUTIVA QUE AS MULHERES PRECISAM PARA ATRAVESSAR A GRAVIDEZ COM BOA SAÚDE
(1) EDUCAÇÃO ABRANGENTE SOBRE A SEXUALIDADE
Segundo os acordos das Nações Unidas, todos os indivíduos e casais têm direito às informações e serviços necessários para "decidir livre e responsavelmente sobre o número e espaçamento de filhos."3,4 Muitas pessoas ainda não sabem como evitar gravidez indesejada .5 Os jovens são os que mais precisam de informações: 6
Uma educação abrangente para a sexualidade deve ser implementada em comunidades e escolas, começando no ensino de primeiro grau, e incluir informações e referências aos serviços de saúde. Educação abrangente sobre sexualidade não fornece apenas informações biológicas aos jovens sobre sua saúde. Ensina aos jovens sobre sexo, contracepção e gravidez, assim como comunicação e tomada de decisões. Ajuda-as a aprender a estabelecer a igualdade nas relações, respeito ao direito de consentir tanto ao sexo como ao casamento e fim da violência e coerção sexual.6-8, 10
No mundo inteiro, muitas mulheres manifestam o desejo de ter poucos filhos e os jovens sexualmente ativos querem adiar a procriação. Das cerca de 205 milhões de gestações que ocorrem no mundo inteiro todos os anos, aproximadamente 80 milhões não foram planejadas.12,13
O hiato entre o desejo de obter anticoncepcionais e ter acesso a eles geralmente reflete desigualdades socioeconômicas e distribuição desigual de serviços. 16-19 Para alcançar o ODM 5 é obviamente necessário que todas as mulheres e homens tenham pronto acesso a opções contraceptivas que sejam viáveis e aceitáveis por meio de serviços que estejam prontamente disponíveis e baseados em confidencialidade e consentimento informado. Além disso, os serviços de aborto seguro e cuidados da maternidade são essenciais para reduzir as consequências de uma gravidez indesejada para a saúde e o bem-estar das mulheres.
(3) SERVIÇOS DE ABORTO SEGUROS E
ACESSÍVEIS
(4) CUIDADOS DA MATERNIDADE Os cuidados da maternidade - cuidados pré-natais, assistência profissional ao parto e serviços obstétricos de emergência - são essenciais para permitir que as mulheres tenham gravidez e parto seguros. Os cuidados pré-natais protegem as mulheres de condições de saúde que complicam a gestação como desnutrição, anemia, diabetes, pressão alta, ou doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) incluindo HIV, e fornecem ou recomendam aos clientes cuidados adicionais conforme necessário.30,31 As consultas pré-natais também oferecem a oportunidade de ensinar as mulheres e suas famílias sobre os sinais de perigo durante a gravidez que requerem atenção médica imediata, providenciar uma parteira qualificada, e a fazer um plano de emergência no caso de possíveis complicações durante a gravidez ou o parto . A proporção de mulheres que têm pelo menos uma visita pré-natal aumentou substancialmente desde 1990 em todas as regiões exceto na África Subsaariana. Todavia, em alguns países somente uma a cada três mulheres recebe qualquer tipo de cuidado pré-natal.
Cuidados especializados são fornecidos por profissionais da saúde acreditados como parteiras, enfermeiras ou médicos que foram treinados para tratar gestações normais e descomplicadas, nascimentos e o período pós-parto imediata. Eles também são treinados para reconhecer complicações e encaminhar as mulheres para clínicas médicas para cuidados obstétricos de emergência quando necessário. 32 Parteiras qualificadas salvam as vidas de mulheres e recém-nascidos.33,34 A proporção de mulheres que receberam assistência qualificada durante o nascimento, contudo, o tipo de assistência varia significativamente de acordo com o país.18,19, 35,36 Embora o uso de parteiras qualificadas tenha aumentado desde o início de 1990 em cada região, exceto na África Subsaariana, somente duas em cada três garotas e mulheres que vivem no mundo em desenvolvimento hoje, dão à luz com a ajuda de uma parteira qualificada. Muitos países ainda estão aquém da meta do ODM 5 de garantir a presença de uma parteira em 85% dos partos até 2010.18,31,32,37,38
Serviços obstétricos de emergência prontamente
acessíveis são
essenciais para administrar complicações com risco de vida, que geralmente
ocorrem de forma repentina e imprevisível durante o parto, o trabalho de parto
e o período imediatamente pós-parto.30,37,39 Eclâmpsia, parto obstruído, lacerações
vaginais ou cervicais, incluindo fístula obstétrica e hemorragia ou infecção
pós-parto podem matar rapidamente se o atendimento de emergência de alto nível,
como suprimento de oxigênio, transfusões de sangue, antibióticos, e a
capacidade cirúrgica para realizar cesarianas e reparos vaginais e uterinos,
não for acessível ou financeiramente viável.
A prestação de um atendimento obstétrico de emergência universalmente
acessível continua a ser o maior desafio dos sistemas de saúde dos países em
desenvolvimento, contudo, especialmente onde os recursos são limitados, as
populações são amplamente dispersas ou o terreno é inóspito. (5) PREVENÇÃO, DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DE DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS (DSTs), INCLUINDO HIV Se ficarem sem tratamento, as DSTs e infecções do trato reprodutivo podem representar riscos graves para as mulheres, a gravidez e os bebês:
Embora o diagnóstico e o tratamento das DSTs,
incluindo o HIV, durante a gravidez seja um elemento essencial do atendimento
materno, a prevenção é ainda mais importante. Para mulheres casadas
especialmente, isso pode ser difícil. Na
África Subsaariana, de 60 a 80% das mulheres que vivem com HIV relatam que só
praticam sexo com seus maridos, 44 e
na Ásia, quase 90% das mulheres que vivem com DSTs, incluindo HIV, foram
infectadas pro seus parceiros íntimos ou maridos.45 Promover o sexo
seguro, incluindo o uso contínuo e correto de preservativos masculinos e
femininos com todos os parceiros sexuais, incluindo parceiros e casamentos de
longa data, é essencial para proteger moças e mulheres e tornar a gravidez mais
segura. Sempre que possível, deve-se diagnosticar e tratar as DSTs, incluindo
HIV, antes da concepção. SEIS INVESTIMENTOS QUE ASSEGURARÃO GESTAÇÕES MAIS SEGURAS
Para
salvar a vida das mulheres é necessário um sistema de saúde funcional para
fornecer o pacote de serviços de saúde sexual e reprodutiva descritos acima.
Intervenções isoladas e direcionadas são necessárias, porém insuficientes, para
reduzir o número de mortes e lesões relacionadas à gravidez e ao nascimento.
Compromissos nacionais e de doadores recentes voltados a fortalecer os sistemas
de saúde oferecem oportunidades importantes de fornecer atendimento de saúde
sexual e reprodutiva abrangente de forma a lidar com desigualdades causadas por
isolamento geográfico, pobreza, idade, raça ou etnicidade, falta de educação, e
crenças e práticas culturais discriminatórias.18,19,35,36 Investimentos
do sistema de saúde em serviços de saúde sexual e reprodutiva de mulheres
fornecem uma base sólida para os serviços de saúde como um todo. Os seis
investimentos a seguir são necessários para tornar a gravidez mais segura para
todos, para proteger os direitos das moças e mulheres e para salvar vidas.
1. INVESTIR NA SAÚDE DA MULHER, NA JUVENTUDE E EM ORGANIZAÇÕES DE
DIREITOS HUMANOS, para defender o direito de receber serviços de saúde
sexual e reprodutiva e para confiar aos governos e doadores a responsabilidade
pelo seu fornecimento. A base para
defesa e responsabilização é a resolução de 2009 da Comissão sobre População e
Desenvolvimento.47 A resolução reafirma e fortalece o Programa de
Ação acordado na Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento de
1994, 3,48 que é o roteiro para a realização dos Objetivos de
Desenvolvimento do Milênio, incluindo o ODM 5. 2. DESENVOLVER O APOIO E A DEMANDA COMUNITÁRIA DE SERVIÇOS ABRANGENTES DE SAÚDE REPRODUTIVA E EDUCAÇÃO SOBRE SEXUALIDADE. Os programas comunitários de educação em saúde, incluindo educação abrangente sobre sexualidade, podem desenvolver o apoio e a demanda comunitária de cuidados de saúde reprodutiva de alta qualidade, aceitáveis e acessíveis. Esses programas podem ajudar as mulheres e os casais a evitarem gestações não planejadas, interromper uma gestação indesejada de modo seguro, reconhecer quando as complicações na gravidez se tornam uma ameaça à vida, e utilizar parteiras qualificadas e serviços obstétricos de emergência.49-55 3. PRIORIZAR OS SERVIÇOS DE SAÚDE REPRODUTIVA NO FORTALECIMENTO DO SISTEMA DE SAÚDE. Mulheres e crianças muito jovens são as pessoas que mais precisam de cuidados onde os sistemas de saúde são deficientes, e os serviços para eles deveriam ser prioridade. Todos os mecanismos de planejamento familiar e cuidados de saúde básica devem ter equipamento e pessoal para oferecer um pacote integrado de serviços de saúde sexual e reprodutiva que atenda às necessidades crescentes dos clientes.56 Esses serviços devem ser acessíveis, financeiramente viáveis e subsidiados ou gratuitos para mulheres e famílias pobres, incluindo adolescentes. Eles devem encorajar a orientação conjunta para casais sobre seus direitos e responsabilidades mútuos.57 4. GARANTIR QUE OUTRAS INICIATIVAS DE SAÚDE ESPECIAIS DISPENSEM ATENÇÃO PRIORITÁRIA A SERVIÇOS ABRANGENTES DE SAÚDE SEXUAL E REPRODUTIVA. As iniciativas especiais incluem International Health Partnership+, Taskforce on the Health Workforce, e High Level Taskforce on Innovative Financing, entre outros (Parceria Internacional em Saúde+, Força tarefa sobre a Força de Trabalho da Saúde, e Força Tarefa de Alto Nível sobre Financiamento Inovador). Ao avaliar a escassez crítica de profissionais na área da saúde (especialmente na África Subsaariana),52,58 por exemplo, concluímos que devem ser feitos investimentos específicos no pessoal necessário para fornecer cuidados de saúde sexual e reprodutiva. Isso inclui profissionais de nível médio que possam fornecer serviços e orientação sobre contracepção, aborto seguro e cuidados de qualidade para o parto, e diagnóstico e tratamento de DSTs, incluindo para HIV. A High Level Taskforce on Innovative Financing calculará especificamente os fundos necessários para fornecer serviços de saúde reprodutiva e fazer as recomendações direcionadas. 5. FORNECER ACESSO FÁCIL E UNIVERSAL A INFORMAÇÕES SOBRE SAÚDE REPRODUTIVA E SEXUALIDADE. A mídia popular e a Internet, assim como as organizações comunitárias, programas e eventos devem fornecer informações sobre sexualidade sobre como evitar gravidez indesejada e DSTs, incluindo HIV; como usar e onde obter preservativos femininos e masculinos e outros anticoncepcionais, incluindo contracepção de emergência; e como encontrar farmácias e serviços de saúde. 6. REFORMAR LEIS E POLÍTICAS RESTRITIVAS. Políticas, leis e práticas que restringem acesso a informações sobre sexualidade; contracepção segura e acessível, incluindo contracepção de emergência; e serviços de aborto seguro devem ser liberalizados ou rescindidos de modo que todas as moças e mulheres possam acessar as informações e os cuidados necessários para tomar decisões voluntárias e informadas. Investimentos financeiros sustentados nessas seis ações devem ser prioridade das iniciativas internacionais, nacionais e locais para fortalecer os sistemas de saúde. Somente assim será possível salvar a vida e a saúde das mulheres - e garantir a saúde e o bem-estar de suas famílias e comunidades.59 Agradecimentos
Gostaríamos de agradecer aos revisores Jane
Cottingham (consultor independente), Mahmoud F. Fathalla, MD (Universidade de
Assuit) e Laura Laski, MD (UNFPA).
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40 Visita
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